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	<title>Oficina Consultores &#187; municipio Natal &#8211; RN</title>
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		<title>2000 / Plano Diretor de Transporte Coletivo de Natal</title>
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		<pubDate>Wed, 30 Jan 2013 14:34:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[ano 2000]]></category>
		<category><![CDATA[cliente Prefeitura do Município do Natal]]></category>
		<category><![CDATA[cliente Secretaria Municipal de Transporte e Trânsito Urbano – STTU]]></category>
		<category><![CDATA[municipio Natal - RN]]></category>
		<category><![CDATA[pesquisa Pesquisas de Transporte Coletivo]]></category>
		<category><![CDATA[planejamento Planos de Mobilidade - PDTU's]]></category>
		<category><![CDATA[principal]]></category>

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<p>INFORMAÇÕES GERAIS</p>
<p><strong>População da área de estudo:</strong> 712.317 habitantes (IBGE: 2000)</p>
<p><strong>Sistema de transporte coletivo:</strong> 91 linhas municipais de Natal, 2 linhas ferroviárias e 1 linha hidroviária.</p>
<p><strong>Frota de veículos de transporte coletivo:</strong> 640 ônibus;</p>
<p><strong>Extensão das linhas sobre trilhos:</strong> 56 km.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>INFORMAÇÕES ESPECÍFICAS DOS OBJETOS DO ESTUDO</p>
<p>O Estudo<strong>,</strong> desenvolvido nos anos de 2000-2001, constitui-se em um importante instrumento orientador das ações públicas em transporte para o Governo Municipal, para as empresas operadoras e demais agentes envolvidos, na implantação de uma readequação dos serviços de transporte às necessidades de mobilidade da população de Natal. O Plano foi elaborado para um horizonte de 10 anos, tendo como ano-base 2000 e foi composto do seguinte:</p>
<p>(i) um extenso programa de pesquisas: O/D embarcada, O/D por entrevista em pontos de parada, estações de trem e de barcas, pesquisa de opinião e contagens de volumes de tráfego geral e pesquisas de velocidade e retardamento;</p>
<p>(ii) um diagnóstico envolvendo os aspectos urbanos, análise do sistema viário, da oferta e demanda do serviço de transporte coletivo, das matrizes de demanda e oferta do sistema, das condições operacionais do sistema e uma análise baseada em pesquisas de opinião junto aos usuários;</p>
<p>(iii) a projeção de demanda um horizonte de 10 anos com a análise dos principais pólos geradores de viagens atuais e futuros e da distribuição da população e emprego no município. Utilizou-se, para tanto, os modelos de geração e distribuição de viagens tradicionais;</p>
<p>(iv) a concepção de alternativas para a rede de transporte, circulação viária e política tarifária;</p>
<p>(v) a simulação das alternativas para o cenário atual e futuro; e</p>
<p>(vi) detalhamento da alternativa escolhida.</p>
<p>No diagnóstico concluiu-se que o serviço de transporte coletivo de Natal apresenta sinais de esgotamento do seu modelo operacional que será incapaz de fazer frente ao crescimento de demanda e à dinâmica urbana da cidade. Especialmente preocupante, segundo o Estudo, é o prognóstico quanto à elevação dos custos operacionais e o aumento do tempo de viagem do usuário, que trarão importantes deseconomias ao sistema e à população. Com o crescimento da demanda e a manutenção do modelo operacional, causaria a piora de todos os indicadores sociais e econômicos. A frota e a rodagem deverão acrescer em torno de 17% significando maiores custos operacionais, maiores impactos no meio ambiente e na circulação de veículos.</p>
<p>Foram testadas duas alternativas para avaliar as propostas de melhoria do sistema. A primeira correspondeu à manutenção do atual modelo operacional e tarifário mais a implantação de tratamentos viários. As simulações indicaram que com os tratamentos viários poder-se-ia pelo menos manter o atual tempo médio de deslocamento em 2010. A segunda envolveu a adoção de um novo modelo operacional com a utilização de terminais de integração, a bilhetagem eletrônica para a implantação do novo modelo tarifário e a manutenção do tratamento viário da primeira alternativa. Os resultados mostraram que, em comparação com a primeira alternativa, esta apresentou melhores indicadores com a redução de 30% da frota e 26% na rodagem e a diminuição no tempo médio das viagens de 5%. Os investimentos foram estimados em R$ 103 milhões, dos quais 48% em infra-estrutura, 42% em veículos, 7% na bilhetagem eletrônica e 3% em despesas complementares.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O escopo dos trabalhos desenvolvidos compreendeu as seguintes atividades:</p>
<p><strong>Etapa 1</strong> – Planejamento geral das pesquisas e levantamentos:</p>
<p>- Definição de metodologia;</p>
<p>- Mobilização dos recursos;</p>
<p>- Instrumentalização dos trabalhos;</p>
<p><strong>Etapa 2</strong> – Execução das pesquisas e levantamentos:</p>
<p>- Pesquisa O/D embarcada: 78 linhas pesquisadas com 1.372 viagens no total, sendo 838 nos dias úteis, 300 nos sábados e 234 nos domingos, ao longo de toda a jornada de operação;</p>
<p>- Pesquisa Operacional: 78 linhas, em 1 dia útil durante toda a jornada de operação;</p>
<p>- Pesquisa em transporte intermunicipal: 11 linhas pesquisadas em 473 viagens nos dias úteis;</p>
<p>- Pesquisa de transferências;</p>
<p>- Pesquisa de imagem sobre o serviço de transporte coletivo: 1.129 entrevistas;</p>
<p>- Pesquisa de velocidade e retardamento.</p>
<p><strong>Etapa 3</strong> – Tratamento e processamento das pesquisas:</p>
<p>- Codificação, digitação e consistência dos dados;</p>
<p>- Montagem das matrizes de viagens;</p>
<p><strong>Etapa 4</strong> – Elaboração dos cenários:</p>
<p>- Análise da situação atual;</p>
<p>- Análise da evolução urbana;</p>
<p>- Análise dos futuros pólos geradores de tráfego;</p>
<p>- Montagem das matrizes futuras;</p>
<p><strong>Etapa 5</strong> &#8211; Diagnóstico:</p>
<p>- Análise do sistema viário;</p>
<p>- Análise da oferta do sistema de transporte do município;</p>
<p>- Análise da demanda de transportes;</p>
<p>- Análise da relação entre o sistema de transporte e os pólos geradores de tráfego;</p>
<p>- Análise da matriz de demanda e oferta de transportes;</p>
<p>- Análise dos modelos operacional e tarifário.</p>
<p><strong>Etapa 6</strong> – Modelo de Transporte:</p>
<p>- Montagem e calibração da rede de simulação;</p>
<p>- Elaboração do modelo de geração;</p>
<p>- Elaboração do modelo de distribuição;</p>
<p>- Calibração da matriz O/D atual;</p>
<p>- Alocação das viagens.</p>
<p><strong>Etapa 7</strong> – Elaboração das alternativas:</p>
<p>- Concepção das alternativas;</p>
<p>- Representação e simulação das alternativas;</p>
<p>- Análise dos indicadores.</p>
<p><strong>Etapa 8</strong> – Elaboração do Programa de Ação:</p>
<p>- Detalhamento da rede de transporte;</p>
<p>- Detalhamento físico e operacional;</p>
<p>- Análise dos benefícios;</p>
<p>- Definição de diretrizes para a política de mobilidade e relação com a política de uso do solo e planejamento urbano (pólos geradores).</p>
<p><strong>Etapa 9</strong> – Treinamento da equipe e transferência de conhecimento:</p>
<p>- Treinamento nos conceitos e metodologias;</p>
<p>- Treinamentos na montagem da base de dados;</p>
<p>- Treinamento da ferramenta de simulação (software de planejamento de transporte TransCad).</p>
<p>&nbsp;</p>
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